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Escrito por Paula às 16h00
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O estado de espírito de hoje!

Escrito por Paula às 17h08
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Por um tempo esqueci que este lugar existia. Usei mais as cordas vocais e a boca do que a mão e o lápis, insanidade imensa e insanidade maior seria eu escrever publicamente o que só deve ser escrito para mim mesma. O melhor mesmo são fotos e pinturas, demonstram melhor do que palavras e dão menos margem a julgamentos e enganos. Hoje, eu sou vinho!
Escrito por Paula às 17h01
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Hoje, depois de tantas situações que me levaram à alguns limites, me restou um só pensamento...o equílibrio, necessário para partir, ficar, deixar, aceitar ser deixado e tantas outras situações. E eu quase nunca sei deixar quem eu amo, queria ficar com as pessoas queridas o tempo todo...
Escrito por Paula às 22h33
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Descobri que sou péssima para conversas, não sei falar sobre quase nada e o único assunto que me interessa são os referentes às relações humanas e diante dessa conclusão não sei o que fazer. Sinto-me um tanto diferente dos demais o que contraria parte das minhas idéias e satisfaz outra parte. É complicado, no fundo somos todos iguais, mais ou menos no mesmo nível de evolução, entretanto eu não gosto de fazer a maioria das coisas que geralmente as pessoas fazem. Talvez seja por que eu sou ruim de conversa, não me interesso por algumas coisas cotidianas da vida alheia e ainda sou um tanto fechada, o que gera pouca integração. E quanto ao interesse da vida alheia, por algumas coisas eu me interesso e aí diria que eu não sou diferente do comum, mas seria um assassino a essa dissertação ou talvez explicaria bem o "complicado" utilizado a pouco ou ainda deixaria tudo confuso. E apimentando a situação, como boa leonina eu gosto de ser o centro das atenções, adorada por todos e em contra partida gosto do meu canto, de passar despercebida em inúmeras ocasiões.Enfim quero ser diferente por não me interessar pelo comum, mas por medo ou sei lá o que, eu fico tentando ser comum. Fico confusa e vez ou outra, escrevo coisas como esse texto.
Escrito por Paula às 00h17
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Disseram para mim que havia um mundo distante daqui e eu viajei por Roma e por ruelas úmidas e escuras de diferentes cidades. Fui uma ladra e meu filho nasceu com olhos azuis e dentro de um caminhão. Conversei com um esquilo que me alertou de um perigo desconhecido. Usei um carro para voar e estive sempre à procura de alguém. Impedi uma cobra de fazer mal. Vi pés de bananas se tornarem mulheres atiradoras e entrei em espaços pequenos demais para o meu tamanho. Eu vi o chão da minha sala se tornar um pântano cheio de árvores imensas e conversei com uma senhora com aparência de menina. Fui uma escrava e fugi do meu avô. Eu vi um trem passar dentro do meu quarto e uma velhinha me ameaçar. Encontrei uma passagem secreta em uma loja que pegou fogo meses depois. Tive uma colcha tirada de mim e depois devolvida. Fui parceira do meu pai. Corri de um bisão por muito tempo e de vez em quando corri de algumas vacas e bois. Bati em muita gente diferente e beijei homens desconhecidos. Fui homem e fiz pouco caso do amor e de um filho. Recebi recados que não entendi e voltei pro mundo sabendo que a distância não era tão grande assim.
Escrito por Paula às 22h14
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SOBRE O AMOR
Eu que não sei escrever Que perco a poesia em rimas e regras Acabo sem dizer o que desejo O melhor é deixar o lápis correr Traduzir a emoção que surgir E ela diria que eu te quero Queria ter mil adjetivos profundos Queria encontrar uma forma de dizer Mas me perco em rimas e regras Meu amor é tão frágil e fugidio E como a manhã que nasce insegura Seu olhar confiante me atrai e me afugenta Seu sorriso me conduz por mundos encantados E eu me engano quando acho que te conheço Sinto-te como um número, quase uma incógnita
Eu te busco na multidão, no silêncio e na imensidão Corro atrás do sol que se põe, do pássaro que se vai Faço pedidos a estrelas que já não fulguram no céu Ouço músicas compostas por apaixonados Eu busco inspiração, uma pintura, um céu vermelho Busco algo que me lembre você Um lugar, uma mão, uma ocasião Luto para não esquecer seu cheiro, sua cor Percorro nossas lembranças para acalmar meu coração A espera é longa e me aflige Minhas esperançar vão e vêm Tenho medo de não encontrar seu olhar Tenho medo de não encontrar bondade e amor Tenho medo de não ter sua mão junto a minha Meu coração não me deixa te abandonar
Confundo-me e já não sei o que é realidade Fujo e depois de 15 passos vejo uma miragem De repente, percorro 15 passos a sua procura Mas ao tentar te abraçar só há ilusão Cansada, eu camuflo e crio dois eus Escrevo versos soltos sem consistência Mas não abandono o objetivo inicial Uma realidade, um número, quase uma incógnita
Escrito por Paula às 10h19
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Para alguém!
Às vezes me sinto no limite de uma explosão, pele, osso, coração.
Queria levantar o braço e tocar o céu.
Talvez assim esquecesse tudo.
Queria ter sentido o sal, a mão, a luz, seu corpo sobre o meu.
E se você passou do meu lado e eu não te vi?
Qual foi o minuto que eu perdi?
Mas isso não importa, não é mesmo?
O importante é que em frente eu só vejo luz!
O importante é que eu só quero a luz.
A tristeza e a alegria se misturam e me tornam feliz.
Capturo as expressões de príncipes e princesas.
Fecho os olhos e sinto aquele cheiro.
Ainda no meu peito brota um insano desejo.
Seus olhos olham em outra direção.
Meus olhos olham as sete irmãs.
Quase nunca me lembro de você.
Eu só quero luz."
Escrito por Paula às 01h06
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Aos dias Perfeitos, com manhãs de céu azul, sol iluminando sombras de outrora, paisagens acolhedoras e magníficas, garoas no fim da tarde, luares mágicos e céus estrelados, companhias agradáveis, sorrisos e abraços cheios de afeto, trabalhos honestos e enriquecedores e noites bem dormidas, com o corpo e a mente saudáveis...o meu eterno agradecimento!
Escrito por Paula às 12h30
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As vezes é a ira que eu sinto por você que mantem meus objetivos firmes, seguros e profundos!
Escrito por Paula às 22h47
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O meu desejo por tudo o que é simples e espontâneo é tão imenso que sempre me perco e às vezes acabo buscando mais do que realmente desejo. Sinto que o caminho está na minha frente, mas mesmo assim não consigo vê-lo claramente. Infinitas vezes eu penso que eu só preciso de uma decisão, mas o medo me corrói e permaneço inerte com o coração explodindo de tanta energia. Eu posso fazer coisas inacreditáveis e não faço nada. Hoje, eu desenharei cavalos e criei esse blog. O ruim dos blogs é que as pessoas podem ficar sabendo muito a respeito dos escritores e de perto...eu não sei.
Escrito por Paula às 22h34
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